Tecnologia como aliada da segurança

editorial

Tecnologia como aliada da segurança

Tecnologia como aliada da segurança
(Foto: Jô Folha)

É bem verdade que os criminosos rumaram significativamente para o ambiente digital, com os facilitadores. Diariamente são registradas dezenas de ocorrências de golpes dos mais variados pela região, ao mesmo tempo em que o crime comum, o de rua, acontece de maneira menos frequente. E, talvez, a tecnologia também esteja entre as razões; afinal, já tornou-se de praxe o cidadão usar os mais variados aparatos para defender seu patrimônio, que vai desde o clássico alarme até as mais qualificadas câmeras de segurança. E, felizmente, as administrações públicas parecem estar notando também que isso é fundamental para lidar com o crime.

O anúncio de que o governo do Estado promoverá o cercamento eletrônico de Pelotas e Rio Grande é fantástico para a segurança pública dos dois municípios. Ao conectar em rede com as câmeras das prefeituras, policiais e guardas municipais terão acesso a uma ampla gama de informações, que passa pela identificação de placas e pelo uso de Inteligência Artificial para acelerar os processos. É de extrema necessidade que os órgãos de segurança tenham olhos por tudo. Isso não é vigilância estatal constante, é segurança reforçada. Com isso, crimes ficam mais fáceis de serem resolvidos.

E dentro deste balaio de investimentos, é fundamental olhar também para as câmeras corporais de policiais. É só ver o resultado que elas vêm tendo em outros estados, como São Paulo, e no impacto que poderiam ter em casos polêmicos, como a morte do agricultor Marcos Nörnberg aqui em Pelotas. Assim como câmeras na rua não são vigilância estatal, câmeras corporais não são opressão ao policial, pelo contrário: também protegem eles e lhes dão argumentos, quando fazem seu trabalho dentro do que manda a cartilha.

 

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