O Bra-Pel chega neste sábado (8) para o Pelotas após dois jogos fora de casa. A delegação áureo-cerúlea chegou de Ijuí no início da manhã de quinta-feira. Nas últimas duas partidas do Gauchão, Ariel Lanzini repetiu a escalação.
Em entrevista coletiva na véspera do clássico, o treinador do Lobo evitou, por exemplo, ser taxativo a respeito da situação de Emerson. O titular da ponta esquerda saiu machucado durante o primeiro tempo diante do São Luiz. O clube não divulga boletins médicos.
“Isso sempre preocupa, uma questão de lesão. A gente vai ter que avaliar bem se ele vai conseguir jogar, se a gente vai conseguir iniciar com ele ou não. São pontos que têm que ser colocados na balança”, limitou-se a dizer o comandante.
Vídeo e conversa
O período curto entre jogos faz com que os ajustes finais para o Bra-Pel precisem ser feitos fora das quatro linhas.
“Teve pouco tempo. Eu não sou de ficar chorando, mas a gente vem de dois jogos fora, e de um jogo que teve um desgaste grande da viagem. A preparação vai ser muito pautada nisso. Tivemos muito cuidado no treinamento para avaliar a carga dos jogadores, avaliar quais estão melhores fisicamente para iniciar a partida”, afirmou Lanzini.
“É uma preparação mais voltada para a questão estratégica, de ver vídeo do adversário, de vestiários, de conversa, do que realmente de treino”, complementou o treinador.
Primeiro clássico
No comando do Lobo desde abril do ano passado, Lanzini será o responsável por dirigir a equipe no primeiro Bra-Pel com público no estádio áureo-cerúleo desde 2014. Ele também falou do peso da partida.
“O clássico é um campeonato à parte. Antes de tudo, queria convocar o nosso torcedor. Tem um papel fundamental. Quando está do nosso lado, torcendo, a torcida tem um papel preponderante para a equipe. […] O atleta, quando vem para cá, sabe da camisa que está vestindo. Eles têm essa ideia da importância que é”.