Há 50 anos
O Clube do Comércio, do município de Rio Grande, recebeu na noite de 14 de abril o recital de música de câmara do Trio Brasileiro, formado pelos músicos Erich Lehninger, Watson Clis e Gilberto Cinetti.
O violinista Lehninger, alemão de nascimento, era spalla da Orquestra Filarmônica de São Paulo. No recital de Rio Grande, o trio tocou composições de autores como Mozart, Beethoven e Ravel. A iniciativa do evento era da 18ª Delegacia de Educação.
Educação europeia
O Trio ainda tinha o violoncelista mineiro Watson Clis, considerado na época, um dos melhores do país. Na década de 1970, era solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Por sua vez, Cinetti era paulista e inicialmente formado em Direito. Seus estudos em piano começaram ainda jovem, em São Paulo, com o pianista Hans Bruch. Porém sua formação musical foi desenvolvida na Europa e a estreia aconteceu nos Estados Unidos, em Washington, sob o patrocínio da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Fonte: Acervo Bibliotheca Pública Pelotense
Há 26 anos
Janaina Mansur foi eleita rainha da corte da Fenadoce

Evento ocorreu em junho de 2000 (Foto: Reprodução)
A corte da 8ª Fenadoce de Pelotas foi escolhida durante o concurso promovido no Clube Brilhante, a realização foi pela Apespel em conjunto com os clubes sociais de Pelotas e CDL. O evento, que ocorreu no dia 7 de abril, elegeu Janaina Mansur como rainha e Celine Duarte Schiller e Viviane Teixeira Silveira, como princesas.
A Fenadoce ocorreu entre os dias 2 a 18 de junho de 2000.
Fonte: Acervo Bibliotheca Pública Pelotense
Há 100 anos
Agrônomo de empresa alemã faz elogios à Quinta do Bom Retiro

Profissional represen tava a fábrica Badische Anilin Soda Fabrik (Foto: Reprodução)
O agrônomo J. Hammers que representou em Pelotas a empresa alemã de produtos químicos Badische Anilin Soda Fabrik, fabricante de adubos, apresentou à companhia um relatório no qual a Quinta do Bom Retiro, de Ambrósio Perret, foi considerada o maior e mais importante e mais adiantado estabelecimento de fruticultura do Brasil.
Tanto na propriedade de Ambrósio Perret quanto na de Amadeo Gastal eram cultivadas diferentes espécies de frutas de clima temperado de forma intensiva, em extensões de área, respectivamente, de 150 hectares e 125 hectares. Porém, Perret foi pioneiro na realização de um trabalho experimental de adaptação de várias qualidades de frutas importadas da Europa, Estados Unidos, Japão e Austrália que resultou em grandes viveiros. “Esse estabelecimento vendia sementes, plantas e inclusive exportava enxertos para os países vizinhos”, conforme a tese de Pequena agricultura em crise – O caso da colônia francesa no Rio Grande do Sul, de Marinês Zandavalli Grando.
Fonte: Acervo Bibliotheca Pública Pelotense