Contrato previa para março de 2011 o início das obras de restauro do Casarão 8

Opinião

Ana Cláudia Dias

Ana Cláudia Dias

Coluna Memórias

Contrato previa para março de 2011 o início das obras de restauro do Casarão 8

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Atualizado quarta-feira,
25 de Fevereiro de 2026 às 12:17

Há 15 anos

A reitoria da Universidade Federal de Pelotas firmou contrato com a construtora Marsou Engenharia Limitada, de Goiânia, para as obras de restauração do Casarão 8 da praça Coronel Pedro Osório. O ato ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2011. A previsão era de que o trabalho começasse nos primeiros dias de março.

A construtora foi a vencedora de licitação para o restauro do prédio histórico.

A UFPel firmou no dia 11 de agosto de 2010, no Núcleo de Assessoramento Jurídico da Advocacia-Geral da União, em Porto Alegre, compromisso definitivo em restaurar o Casarão 8, através do lançamento do edital de licitação. Com a restauração, a Universidade pretende fortalecer a memória local e a diversidade cultural e recolocar o Casarão 8 na vida cultural da cidade.

O restauro era necessário para a preservação daquele importante patrimônio cultural e para a adequação das instalações ao novo uso. Em 2009, a Universidade deu início ao restauro emergencial do Casarão com o intuito de conter o processo de degradação que a obra sofria em função da ação do tempo, da falta de manutenção e de cuidados adequados. Nesta etapa, foram feitos reforços na estrutura, recuperação de esquadrias, recuperação da instalação elétrica entre outras medidas emergenciais.

Características originais

O projeto de restauro definitivo previa a manutenção de todas as características originais do prédio. A proposta foi aprovada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan), após longo período de análise. Com orçamento de R$2,1 milhões, o projeto de restauro tem cronograma previsto para 24 meses. Considerando o interesse público e científico, o Casarão foi restaurado pelo Museu do Doce e o Museu da Antropologia e Arqueologia. O Museu do Doce integra o Instituto de Ciências Humanas (ICH) da UFPel. A entidade foi criada pela Universidade em 2011, porém o começo efetivo ocorreu em 2013.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UFPel

Há 50 anos

Compositor Carlos Fernandes dos Santos vence o concurso de Carnaval

Pelotense defendeu Folia, cachaça e alegria (Foto: Reprodução)

Em fevereiro de 1976, o Theatro Sete de Abril recebeu o concurso de compositores de Músicas de Carnaval de Pelotas, patrocinado pela Associação das Entidades Carnavalescas, sagrando-se em primeiro lugar a música do compositor Carlos Fernandes Santos, intitulada Folia, cachaça e alegria. O autor recebeu o troféu Zé Iriart. Na abertura do festival, transmitido por rádio, o músico José Valter de Oliveira, o Valmúrio, foi homenageado.

Foram inscritas 140 composições e 12 foram escolhidas para a final. Os três primeiros classificados foram os seguintes: Folia, cachaça e alegria, em primeiro lugar; Ziriguidum da Osório, de Alcione Carlos Luiz, no segundo lugar; Fantasia oriental, de Nelson Bernardes, em terceiro lugar. Esta última ainda foi considerada pela plateia a mais popular.

O vencedor

A composição do pelotense Carlos Fernandes dos Santos abordou os três dias de Carnaval, no qual a felicidade era presente e dominante entre as pessoas. O compositor participou de vários concursos, inclusive foi bi-campeão em São Paulo, em 28 de setembro de 1974 e primeiro e quinto lugar por aclamação popular no festival de Bagé, em 1975.

Fonte: Acervo da Bibliotheca Pública Pelotense

Há 100 anos

Rosah Russomano é a madrinha do estandarte

Ainda menina, Rosah discursou no Guarany (Foto: Reprodução)

O Bloco Carnavalesco Atrasados, realizou o, o tradicional batismo do estandarte da entidade, em uma festa realizada em fevereiro de 1926, no Theatro Guarany. O pavilhão teve como madrinha Rosah Russomano (1919-1999) , filha do deputado Victor Russomano.

A pequena paraninfa foi aplaudida, ao falar ao público, no Guarany. O cidadão Arthur Fernandes também discursou no evento. Após a cerimônia, o estandarte ficou em exposição na Casa Americana.

Carreira no Direito

A pelotense colou grau pela Faculdade de Direito de Pelotas, em 1947, sendo oradora na solenidade, com um discurso sobre a libertação social da mulher. Foi professora de Direito Constitucional e Direito Administrativo da mesma Faculdade.

Participou de diversos empreendimentos relevantes na área do Direito, atuando inclusive nos trabalhos da Comissão que redigiu o Anteprojeto da Constituição Brasileira de 1988. Morreu em Pelotas no dia 18 de maio 1999, aos 79 anos de idade.

Fonte: Acervo da BPP

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