Nicole Silveira termina primeiro dia em 12º lugar nos Jogos Olímpicos de Inverno

Skeleton

Nicole Silveira termina primeiro dia em 12º lugar nos Jogos Olímpicos de Inverno

Atleta rio-grandina registrou o tempo somado de 1:55.78 após duas descidas

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Atualizado sexta-feira,
13 de Fevereiro de 2026 às 15:36

Nicole Silveira termina primeiro dia em 12º lugar nos Jogos Olímpicos de Inverno
Atleta gaúcha está em sua segunda Olimpíada de Inverno (Foto: IBSF)

Nicole Silveira completou o primeiro dia em 12º lugar no Skeleton Feminino dos Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina 2026, na Itália. A atleta rio-grandina registrou o tempo de 1:55.78, somando as duas descidas. A alemã Susanne Kreher ficou com o melhor tempo do primeiro dia de prova, com 1:54.52.

Na primeira descida, Nicole completou a prova em 57s93, ocupando o 13º lugar. Na segunda, baixou para 57s85, ganhando uma posição. A atleta alcançou a velocidade máxima de 122,95 km/h na pista de gelo.

“Tive dificuldades com essa pista em novembro, então meu objetivo era chegar aqui e ter duas largadas fortes e duas descidas que eu conseguisse melhorar cada vez mais e isso que eu fiz. Estou confiante para o dia de amanhã [sábado]. Estou realmente feliz. […] Sempre tem o que melhorar, a largada sempre pode ser mais rápida, algumas curvas sempre podem ser melhoradas. Isso é o jogo da Olímpiada”, disse Nicole na transmissão da CazéTV.

A rio-grandina volta a competir neste sábado, com mais duas descidas para cada atleta, totalizando quatro parciais, que são somadas às desta sexta-feira e que definirá as posições finais e o pódio.

Nos Jogos Olímpicos de Inverno Pequim 2022, Nicole terminou em 13º lugar e, na atual edição, busca ficar pelo menos entre as dez primeiras.

Esposa de Nicole, a belga Kim Meylemans terminou o primeiro dia do skeleton em quinto lugar, com o tempo de 1:55.32.

O skeleton

Na modalidade, o atleta se lança em um trenó composto por metal e plástico e desce a pista de cabeça. Os equipamentos necessários são um capacete de fibra de vidro, sapatilhas com miniagulhas na sola para dar tração durante a largada e um speed suit, espécie de macacão com tecido desenvolvido para reduzir o atrito.

Assim como o bobsled, a origem do esporte remonta ao século 19, com a popularização dos trenós como meio de transporte em regiões montanhosas. Alemanha, Áustria, Suíça, Reino Unido e Canadá estão entre os países de maior destaque nas competições internacionais, mas a modalidade vem se expandindo para outras nações, como Coreia do Sul, Austrália e o próprio Brasil.

Cada pista possui um trajeto diferente, com sinuosidade e comprimento específicos. A posição do corpo e os movimentos com a cabeça e os ombros, além da pressão exercida nas placas do trenó, são determinantes para direcionar o atleta durante a descida.

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