Motociclista morre em colisão frontal com camionete na Adolfo Fetter

Trânsito

Motociclista morre em colisão frontal com camionete na Adolfo Fetter

Homem de 36 anos trafegava no sentido Barro Duro/Laranjal

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Atualizado segunda-feira,
29 de Setembro de 2025 às 17:17

Motociclista morre em colisão frontal com camionete na Adolfo Fetter
(Foto: Zé Tonini)

Um homem de 36 anos morreu na tarde desta segunda-feira (29) após se envolver em uma colisão frontal com uma camionete na avenida Adolfo Fetter, na altura da avenida Alfredo Assumpção, no sentido Barro Duro/Laranjal. Segundo informações preliminares, a vítima estava indo ao trabalho no início da tarde.

O acidente provocou bloqueio total da via, e motoristas precisaram desviar pelo acesso à Avenida Alfredo Assumpção, retornando em seguida à Adolfo Fetter, contornando a rótula. A colisão foi de grande impacto: o airbag da camionete chegou a ser acionado, o motor do veículo foi danificado e a motocicleta ficou bastante destruída.

O motorista e o carona da camionete não sofreram ferimentos. Equipes de trânsito e peritos seguem no local realizando os trabalhos periciais necessários antes da liberação da via. Novos detalhes do acidente ainda serão esclarecidos.

Cobrança por melhorias na via

Moradores do entorno reclamam das condições da via, citando buracos e irregularidades que, segundo eles, pode ter contribuído para o acidente.

O trecho final da Adolfo Fetter, que liga o Laranjal ao Balneário dos Prazeres (Barro Duro) e à Colônia de Pescadores Z-3 costuma registrar acidentes com frequência. Em reportagem publicada em junho, os buracos, a sinalização precária e a pista estreita já eram citados como fatores que comprometem a segurança e a visibilidade para motoristas e motociclistas.

Na ocasião, pelo menos dois acidentes recentes haviam sido registrados na região, atribuídos às más condições da via. A comunidade reivindica há décadas o recapeamento completo da avenida, considerando insuficientes as operações de tapa-buracos e alertando para o risco de colisões.

Na época, o secretário de Obras, Rogério Salazar, reconheceu a necessidade de uma requalificação completa do trecho, mas destacou que, devido a limitações orçamentárias, apenas intervenções emergenciais com asfalto quente estavam previstas no momento.

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