Recolocar o Brasil na Série B do Brasileirão até 2031 é uma das metas dos investidores que fizeram proposta pela compra de 90% das ações da possível SAF do Xavante. Se esse sucesso esportivo for alcançado, haverá um acréscimo nos valores aplicados. Inicialmente, o orçamento prometido é de R$ 141,1 milhões divididos pelos próximos dez anos.
“É um objetivo bastante audacioso. Em isso acontecendo, óbvio que o orçamento vai ser bastante superior”, garante o economista Fernando Ferreira, sócio fundador da Pluri Sports, empresa parceira do clube ao longo do processo de colocação da marca do Rubro-Negro no mercado.
A entrevista completa na Rádio Pelotense 99,5 FM com Ferreira, um dos principais responsáveis pela operação, está disponível integralmente no YouTube.
Copinha vale vaga
O Brasil não tem calendário nacional assegurado para 2026. Para isso, precisa vencer a Copa Professor Ruy Carlos Ostermann, que começa em setembro – ou ficar atrás apenas de Internacional e Juventude na competição. A Copinha da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) dá uma vaga na Série D da próxima temporada.
A proposta
Os compromissos assumidos pelos investidores que apresentaram a proposta são:
- garantir orçamento mínimo de R$ 141,1 milhões em dez anos;
- assumir a dívida do clube, estimado em R$ 21,1 milhões, conforme o processo de recuperação judicial já aprovado;
- construir um novo centro de treinamento;
- modernizar o estádio Bento Freitas;
- investir em questões estruturais voltadas ao futebol profissional e às categorias de base.
Próximos passos
A direção do clube agora avalia a proposta e, se aprová-la, passa à apreciação do Conselho Deliberativo. Caso o Conselho aprove, será convocada uma Assembleia Geral com participação de associados aptos a votar para definir.
Os investidores aguardavam a aprovação do processo de recuperação judicial do Brasil para apresentarem a proposta.